quinta-feira, 29 de maio de 2008

VENCEDOR AMADO, IDOLATRADO: É O SPORT, IMORTAL! IMORTAL!

Tem coisas que só o Sport faz. Tem coisas que só a nação Sport consegue. Tem coisas que só quem torce pelo Leão da Ilha sente. Orgulho nas vitórias e, às vezes, mais orgulho ainda nas derrotas, porque o Sport, quando raramente adia uma vitória, o faz com soberania e dignidade. Orgulho de sempre vestir o manto sagrado vermelho e negro e provar efusivamente e constantemente que é o maior e mais amado clube do Norte e Nordeste deste Brasil. Orgulho de ser chato, orgulho de ser o mais vitorioso, de ser o maior e o mais querido entre os demais. Orgulho de ser o Papai da Cidade e o maior entre os grandes. Nas alegrias e nas tristezas, na primeira ou na segunda, o coração do adorador do Leão da Ilha do Retiro não tem divisão. E plagiando Vinicius de Morais, me perdoem os que têm apenas títulos, mas o torcedor do Sport tem muito mais que isso: Tem paixão, tem encravado na alma um escudo perpétuo, a alma leonina do Sport Club do Recife.


ESTAMOS NA FINAL DA COPA DO BRASIL!
VAMOS LUTAR PELO TÍTULO!
AVANTE MEU GLORIOSO LEÃO DA ILHA!

Continuem a torcer contra a gente, ó pequenos e alienados PERNAMBUCANOS E NORDESTINOS pobres de espírito! Isso nos ajuda cada vez mais!


quarta-feira, 28 de maio de 2008

UM POUCO DO RECIFE- PONTE GIRATÓRIA

A Ponte Giratória ligava o bairro do Recife ao bairro de São José. Foi inaugurada no dia 5 de dezembro de 1923, servindo à cidade do Recife até a década de 1970. A Ponte Giratória foi construída na bacia defronte da antiga “Barreta”. A “Barreta” era a passagem natural das barcaças e outras embarcações do mesmo porte, único meio de transporte que se destinava aos cais interiores ou fluviais do Recife, como o da Alfândega, José Mariano e o do Colégio. Foi desativada em 1971, depois da construção ao lado, da ponte 12 de setembro, e, posteriormente demolida.
(Fonte: Fundação Joaquim Nabuco)

segunda-feira, 26 de maio de 2008

OUTRA AVANT-PREMIÉRE DO GRANDE ENCONTRO

No sábado, 24 de maio, eu e meu amigo Valdeci Ferraz continuamos a buscar convergências para explicar nosso estar no mundo. Na cidade de Caruaru, onde ele reside, na noite amena de Caruaru lembramos momentos de alegrias e de tristezas, de conquistas e decepções, e colocamos em dia assuntos intelectuais que estavam pendentes. Valdeci é meu concunhado e, ao contrário dos outros amigos do curso de Jornalismo da Unicap, não deixou de estar sempre em contato comigo. Entre tantos companheiros da Universidade ele foi um dos que não terminaram o curso, preferindo seguir a carreira de advogado. Hoje, além de sua amizade eu cultivo seus conhecimentos jurídicos. Muita coisa eu poderia contar acerca do que nós aprontamos na vida desde que nos conhecemos. Exímio no violão, Valdeci surpreende as pessoas que não o conhecem, cantando e tocando sempre que pode. Isso aconteceu neste fim de semana que passei em Caruaru. Antes, ele participava de nossas farras, tomando as necessárias louras geladas, mas a vida lhe ensinou que seu metabolismo não comportava o álcool e assim ele preferiu curtir a vida na coca-cola, água de coco gelada e refrigerantes. Mas isso não quer dizer que irá deixar de participar do Grande Encontro, com os nossos mais diletos amigos da Unicap. Ele garantiu que estará presente, porque pretende ver e abraçar todos aqueles que um dia também lhe deram sua contribuição de vida, amizade e conhecimentos.

sábado, 24 de maio de 2008

UM POUCO DO RECIFE - MERCADO DO DERBY


O Mercado do Derby, criação de Delmiro Gouveia, funcionou onde hoje fica o quartel-general da Polícia Militar. Foi inaugurado em 1898. Era uma espécie de precursor dos atuais shoppings. Um imponente prédio onde se vendia de tudo, de carne, artigos importados, verduras, gelo e jornais. E com uma grande atração: luz elétrica, que proporcionou aos comerciantes estenderem o horário comercial de suas lojas até às 8h da noite. Na frente do mercado, foi criada uma área de lazer, com a realização, à noite, de festas para crianças e adultos, que atraíam multidões. Era o ponto mais concorrido do Recife na época. O Mercado do Derby, ou Mercado Modelo Coelho Cintra, seu nome oficial, foi destruído por um incêndio, na madrugada de 1º de janeiro de 1900. Dizem que o incêndio foi criminoso e seus autores foram os inimigos políticos de Delmiro Gouveia, na época chefiados pelo vice-presidente da República, o Conselheiro Rosa e Silva. O prédio ficou abandonado até 1909, quando foi recuperado e passou a abrigar a Escola de Aprendizes de Artífices. Em frente ao prédio, no espaço denominado Campina do Derby, em 22 de junho de 1905, aconteceu o primeiro jogo de futebol em Pernambuco, entre o Sport Club do Recife e o English Eleven. Tempos mais tarde, o edifício do velho mercado virou o quartel-general da Polícia Militar, que ainda hoje existe no local.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

O BONDE ELÉTRICO NO RECIFE

O serviço de bondes elétricos foi inaugurado oficialmente no dia 13 de maio de 1914, em cerimônia festiva, com a presença do então governador do Estado de Pernambuco, o general Emydio Dantas Barreto e outras autoridades. O povo foi às ruas do centro da cidade para ver o novo e moderno meio de transporte, administrado pela companhia inglesa Tramways. A história do bonde elétrico no Recife está intimamente vinculada à história política e social da cidade. Afinal, foram praticamente quarenta anos de circulação desse veículo pelas ruas do Recife. O bonde acompanhou o progresso, as mudanças socioeconômicas, a moda, as ascensões e quedas de governos.

O bonde elétrico era um veículo urbano de tração elétrica que circulava sobre trilhos e se destinava ao transporte coletivo de passageiros e/ou de cargas. O nome bonde deriva-se do termo inglês bond(bônus). Na Inglaterra, quando da criação dessa modalidade de transporte coletivo, foi lançada uma campanha pública de bônus(bond) visando angariar fundos para instalação do serviço. Daí surgiu o nome brasileiro bonde. Os bondes eram altos, mas possuíam estribos para facilitar a subida dos passageiros. Mediam três metros de largura,tinham bancos largos de madeira que davam para acomodar cinco ou seis pessoas,em cada um. Nos bondes maiores, de dois truques (conjunto de dois eixos de rodas sobre o qual se assentam as extremidades do chassi dos vagões, para lhes permitir entrar em curvas), as cadeiras podiam virar para um e outro lado. As linhas de ida e volta, com dois carros cruzando um com o outro, tomavam praticamente toda a largura das ruas que, em geral, mediam, no máximo, oito metros.

As viagens morosas para os bairros distantes do centro da cidade, com as pessoas sentadas bem juntas umas das outras, em ambiente arejado, favoreciam as conversas, as leituras de jornais,livros e revistas, as amizades e os namoros. Era proibido fumar nos três primeiros bancos, no salão dos carros de primeira classe. O cumprimento rigoroso dos horários dos bondes era uma exigência da companhia, prevalecendo as normas de pontualidade britânicas. Além das tabelas de horários, entregues aos motorneiros, havia os relógios registradores, nos quais os motorneiros eram obrigados a registrar as viagens de ida e volta.

Logo às primeiras horas do dia,começava o ruído das rodas de ferro do bonde sobre os trilhos. Era o único meio de transporte coletivo disponível para ricos e pobres, já que o automóvel era artigo de luxo, importado dos Estados Unidos e só pouquíssimas pessoas o possuíam. Todos usavam o bonde. A partir da meia-noite, começavam a deixar as oficinas (estações) da companhia os chamados bondes de empregados, que eram usados também pelas pessoas que trabalhavam à noite, os gráficos, os policiais, o pessoal das docas do Porto, e também os boêmios. A partir das três horas da manhã, os bondes começavam a funcionar cumprindo a tabela normal de horário das linhas da Várzea, Dois Irmãos, Tejipió, Casa Amarela, Beberibe, Peixinhos, Boa Viagem, Olinda. Mais tarde, quando o dia já estava claro, saíam os bondes das outras linhas: Água Fria, Campo Grande, Ponte D'Uchoa, Iputinga, Areias, Casa Forte, Zumbi, Derby, Largo da Paz, Pina e Jiquiá.

Atrelados aos carros de primeira classe, desciam dos subúrbios da zona oeste da cidade, principalmente Várzea e Dois Irmãos, os reboques de segunda classe, cheios de fardos de verduras, de cestos e balaios de frutas, e trouxas de todo tipo de mercadoria, destinados aos mercados e comércio em geral. Havia também bondes fechados. O bonde Zeppelin, por exemplo, era o mais bonito coletivo sobre os trilhos, que trafegava somente na linha de Olinda, conduzindo um carro-reboque, com as mesmas características e de igual tamanho do carro-motor. Das oito horas em diante, os bondes circulavam com sua plena capacidade, para acompanhar a movimentação do comércio,dos bancos, das agências de navegação e repartições públicas. À meia-noite, os bondes eram recolhidos às estações de Santo Amaro, Fernandes Vieira e João Alfredo.


Fonte: Fundação Joaquim Nabuco

domingo, 18 de maio de 2008

O GRANDE ZECA GURAN


O sábado, 17 de maio, foi o dia de reencontrar José Carlos. O famoso Zeca. Também cognominado de Charles. Ou, ainda, Guran, como Marcus Antônio, outro que ainda vai ter seu dia de ser reencontrado, o chamava (Guran, para quem não sabe, é aquele pigmeu da história em quadrinhos do Fantasma e o apelido caiu como uma luva no grande Zeca).

Na realidade foi mais uma avant-premiére do encontro principal que ainda vai acontecer. Estou fazendo diversos ensaios e matando a saudade de todo mundo. De migalha em migalha. O bom realmente será quando juntarmos três ou quatro mesas em algum bar deste Recife e começarmos a algazarra. O tempo vai parar ou deixar de existir.

Esses ensaios estão trazendo muito saudosismo. Lembranças são colocadas ao alcance de minhas mãos e das dos amigos. Coisas de há muito esquecidas na lixeira do cérebro voltam à tona. Tal como o Zeca lembrou neste sábado: aquele meu tempo de dores de amor perdido, e minha loucura de subir e caminhar sobre a amurada da ponte Duarte Coelho numa noite antiga como antigo era o Rio Capibaribe a correr célere logo abaixo. Ainda bem que nada aconteceu e eu estou aqui para recordar a história quase esquecida.

Meu caro Zeca, a tarde foi ótima. As cervejas que bebemos juntos trouxeram sabores de juventude. Até o cheiro das salas de aula da Unicap vieram se juntar às recordações. Até os olhares que davas para os lados e para frente traziam piscares de todos os outros companheiros e companheiras que pretendo ver juntos dentro em breve.

O que posso dizer mais, amigo Zeca? Apenas que sua presença de velho, permanente e amado amigo trouxe uma alegria e um conforto como há muito não me aparecia. E espero que possamos manter um contato mais direto e constante no tempo que virá a seguir, com outras avant-premiéres para ensaiar o tema do Grande Encontro. E parodiando Vinicius de Morais tomo a liberdade de dizer que foi bom sentar novamente ao teu lado, vendo teus olhos a dardejar o meigo olhar antigo.


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SONETO DO AMIGO

Vinicius de Morais

Enfim, depois de tanto erro passado / Tantas retaliações, tanto perigo / Eis que ressurge noutro o velho amigo / Nunca perdido, sempre reencontrado. /// É bom sentá-lo novamente ao lado / Com olhos que contêm o olhar antigo / Sempre comigo um pouco atribulado / E como sempre singular comigo. /// Um bicho igual a mim, simples e humano / Sabendo se mover e comover / E a disfarçar com o meu próprio engano. /// O amigo: um ser que a vida não explica / Que só se vai ao ver outro nascer / E o espelho de minha alma multiplica...

terça-feira, 13 de maio de 2008

SOB O SIGNO DA VITÓRIA

No ano em que eu nasci a bandeira vermelha e negra do Sport Club do Recife tremulou vitoriosa nos céus da cidade do Recife, pela 13ª vez. O Glorioso já era um grande vencedor em todo o estado de Pernambuco. Já enchia de inveja aos seus adversários, os quais, como ainda hoje, buscavam nas falcatruas e nas manobras de bastidores formas de impedir a ascensão vitoriosa do Leão da Ilha do Retiro. Sem sucesso!

Em 1949, ano em que nasci, o Papai da Cidade já possuía um incontável número de fiéis torcedores. E o título desse ano longínquo foi apenas a continuidade do título do ano anterior, um bicampeonato. Portanto, quando as mãos de meus pais entraram em contato pela primeira vez com meu corpo, o Sport Club do Recife conquistava seu 13º título de campeão pernambucano. E seus heróis foram Manuelzinho, Chicão e Luiz; Vavá, Alheiros e Amaro China; Zildo, Arquimedes, Varejão, Dega e Paulo Ramos. Eu nasci glorificado com o título de bicampeão pernambucano de futebol.

Era um 13 de novembro de 1949 e a vítima foi o Santa Cruz que baqueou frente a esses heróis rubro-negros pelo placar de 2 x 0. E, hoje, neste 13 de maio de 2008, quando o meu Glorioso Sport completa 103 anos de vida, meus olhos resolveram se voltar para o passado. Observei nossa grandiosidade histórica. Observei nosso imenso patrimônio. Olhei tudo que foi construído durante todo esse tempo por tantos rubro-negros abnegados e o orgulho envolveu minha consciência e meus pensamentos. E descobri que todo rubro-negro do Sport olha apenas para a frente. Nosso passado habita o presente e constrói em nosso cotidiano glórias a serem saboreadas agora e no futuro.

Não vivemos dos louros das vitórias de outros tempos como alguns rivais vivem. O presente rubro-negro de hoje é o futuro dinâmico do amanhã. Neste ano de 2008 conquistamos mais um tricampeonato e completamos o número recorde de 37 títulos no futebol de Pernambuco. Clube nenhum deste Estado chega perto dessa caminhada vitoriosa, e alguns só podem se vangloriar de velhas conquistas, como se fossem fatos recentes. O Sport não! O Sport Club do Recife vive e caminha sob os louros de vitórias atualíssimas. Possui um passado vitorioso, mas não vive dentro de uma memória dinossáurica, pois o seu presente de vitórias vai construir ainda mais o futuro desta nação de vencedores.

Portanto, meus amigos rubro-negros, hoje, 13 de maio de 2008, vamos dar nossas glórias presentes e milhões de glórias futuras ao Leão da Ilha do Retiro. O pavilhão rubro-negro vai tremular no mais alto mastro da cidade do Recife. O signo da vitória é nosso, pois não existe derrota que derrote quem vive para vencer.

Cazá, cazá, cazá! / A turma é mesmo boa! / É mesmo da fuzarca! / Sport! Sport! Sport!

sábado, 10 de maio de 2008

PRIMEIRA AVANT-PREMIÉRE


Quantas vezes já nos disseram que o tempo é uma abstração parada no espaço? As pessoas que contaram o tempo perderam segundos, minutos, horas, dias e vida. Por tal motivo eu nunca contei o tempo. E por não contar o tempo e por saber que esse idiota é um universo irreal além do meu entendimento, consegui encontrar pessoas que estão dentro de minha existência e que sumiram por motivos que não eram do tempo, mas delas mesmas. Neste 10 de maio de 2008, um encontro marcado, sem ser propriamente encontro, mas um simples evento de amigos de outras épocas, uma avant-premiére de quando os sonhos eram mais formidáveis, de quando a gente pensava que nossas idéias podiam transformar o mundo. Não compareceram todos, mas as idéias de amizade ficaram mais vividas e mais reais do que as idéias de transformações. E as lembranças dos que faltaram vieram em formas de histórias das participações deles em nossas histórias. E os abraços e os apertos de mão e os olhares e as discussões neste 10 de maio de 2008, vinte e sete anos depois, continuaram iguais aos de tempos de antanho. E como estavam iguais, ora porra! Nós ainda continuamos com a mesma vontade de transformar o mundo, mesmo sabendo que este mundo não tem mais conserto, e que ele nos transforma a cada segundo, a cada minuto, a cada hora. E que estamos ficando velhos, apesar de cá dentro de nós a chama da juventude eterna clamar eterna. Gilson, Sebastião, Chico e eu, uma beleza estarmos reunidos e esperando com fé intensa o comparecimento das outras celebridades.

UM POUCO DO RECIFE - O FLUTUANTE


Havia no Recife da metade do século 20, sobre as águas do Rio Capibaribe, um restaurante flutuante. Construído sobre um lastro de madeira, assentado em tambores metálicos de duzentos litros, o restaurante era na verdade uma balsa onde existia um salão de madeira, rodeado de janelas e com uma passarela, também flutuante, que dava acesso à avenida Martins de Barros. No piso superior do restaurante, tinha um terraço que servia como mirante aos freqüentadores, que além de serem servidos ao ar livre, podiam contemplar o “... Recife prateado nos céus e nas águas do rio...” Existia ainda um espaço para os clientes dançarem ao som de uma orquestra ou do piano tocado por Baltazar. O restaurante com suas cores em vermelho e branco e decorado com propaganda de bebidas, foi por algum tempo uma atração a mais e um ponto de encontro e lazer nas noites recifenses. Com o passar do tempo o restaurante foi perdendo sua habitual clientela, o que resultou no encerramento de suas atividades. Com isso os nativos e os visitantes ficaram privados dessa opção de lazer tão característica de uma cidade cortada por rios e pontes.


Fonte - ARLEGO,
Edvaldo. Recife de ontem e de hoje. [ S. L.: s. n. 19...? ] p.8

sexta-feira, 9 de maio de 2008

UM POUCO DO RECIFE-PRAIA DE BOA VIAGEM



Até o início do século passado, Boa Viagem era praticamente desabitada, a ponto de se praticar a caça de raposas e de outros animais silvestres. A povoação da Boa Viagem tem seu início no século XVII, devido à existência de algumas vendas que serviam de local de descanso dos viajantes que por ali transitavam vindos do caminho do sul da Capitania de Pernambuco. Uma dessas vendas era de propriedade de Manuel Fernandes Setúbal, nome atualmente relembrado na denominação do trecho hoje denominado de Setúbal. A povoação de Boa Viagem vem ganhar novo impulso em 1858, quando foi inaugurado o primeiro trecho da Estrada de Ferro Recife-São Francisco, cujas composições com destino à Vila do Cabo faziam parada na estação situada no final da atual Rua Barão de Souza Leão. Inicialmente um trole e depois um bonde de burros fez a ligação da praça à estação ferroviária, motivando "a freqüência de muitas famílias pelo verão para passar a festa do Natal". O bairro cresceu mais e tomou jeito de nobreza com o impulso dado pelo bonde elétrico da Pernambuco Tramways, que inicialmente trafegou até o Pina, antiga ilha do Nogueira, chegando depois até a Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem, onde fazia o circular, retornando para a cidade. Foi, porém, a abertura da Avenida Boa Viagem que a integrou na vida do recifense, a partir de 1924, no governo de Sérgio Lorêto.
Fonte: Fundação Joaquim Nabuco

UM POUCO DO RECIFE-AVENIDA GUARARAPES


A Avenida Guararapes foi o cartão postal do Recife entre as décadas de 40 e 70. A artéria tinha sido pensada para resolver questões urbanísticas, a partir do final da década de 1920, incluindo nisso o trânsito e a organização comercial do Centro da capital pernambucana. As obras da Guararapes foram concluídas em 1937, ano em que o presidente Getúlio Vargas deu um golpe e implantou a ditadura do Estado Novo, sendo então chamada de Avenida 10 de Novembro. No início dos trabalhos de construção da avenida o prefeito do Recife era João Pereira Borges, que fez as desapropriações e o planejamento urbanístico a ser respeitado pela iniciativa privada, responsável pelas obras dos edifícios. A avenida Guararapes, criada em 1934 pelo arquiteto Nestor de Figueiredo, é uma Zona Especial de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural dos bairros de Santo Antônio e de São José. Sua construção obrigou a Prefeitura do Recife a demolir ruas e quarteirões inteiros, iniciando a chamada reforma do bairro de Santo Antônio. Grande quantidade de prédios veio abaixo, entre eles, os da Rua Sigismundo Gonçalves, que desapareceu do mapa, Rua das Florentinas e Largo do Paraíso, de onde sumiram a Igreja de Nossa Senhora do Paraíso, a Santa Casa de Misericórdia e o quartel do Regimento de Artilharia, onde eclodiu a Revolução de 1817.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

LADROAGEM HISTÓRICA

Nos livros escolares que falam da História do Brasil muitos fatos deixam de ser relatados para o conhecimento dos nossos atuais estudantes, ou então são encobertos de tal forma para que as elites dominantes possam continuar a fazer a lavagem cerebral dos jovens. Na realidade, a História do Brasil é uma história escrita pelos poderosos de plantão e jamais será a verdadeira história-pátria. Nessa história apresentada nas escolas os autores não mostram a corrupção, os nomes dos escroques e a ladroagem que dominava e domina todo o espaço de vida brasileiro.

Por que será que livros como AS VEIAS ABERTAS DA AMÉRICA LATINA, de Eduardo Galeano, não entram no currículo da História do Brasil? Exatamente porque eles falam a verdade que as elites governantes escondem do povo e dos jovens nas salas de aula. É uma pena que esses jovens sofram uma lavagem cerebral tão profunda e nunca, mas nunca mesmo, tentem buscar em outro livros a realidade crua e dura da vida íntima de nossa nação.

Vejamos um exemplo contido no livro AS VEIAS ABERTAS:

"Em 1952, um acordo militar assinado com os Estados Unidos da América do Norte proibia o Brasil de vender as suas matérias-primas de valor estratégico - como o ferro - aos países socialistas. Esta foi uma das causas da trágica queda do presidente Getúlio Vargas, que desobedeceu a essa imposição, vendendo ferro à Polônia e à Tchecoslováquia, em 1953 e 1954, a preços muito mais altos do que os que pagavam os EUA. Em 1957, a Hanna Minning Co. comprou, por US$ 6 milhões, a maioria das ações de uma empresa britânica, a Saint John Mining Co., que se dedicava à exploração do ouro de Minas Gerais desde os longínquos tempos do Império. A Saint John operava no vale do Paraopeba, onde há a maior concentração de ferro do mundo inteiro (...). A empresa inglesa não estava legalmente habilitada para explorar esta riqueza fabulosa, nem estaria a Hanna, de acordo com disposições claras constitucionais e legais que Osni Duarte Pereira enumera em sua obra (Ferro e Independência, Um Desafio à Dignidade Nacional, Rio de Janeiro, 1967) sobre o tema. Porém este foi, segundo se soube logo, o negócio do século.

George Humphrey, diretor-presidente da Hanna, era então membro proeminente do governo dos Estados Unidos, como secretário do Tesouro e como diretor do Eximbank, o banco oficial para o financiamento das operações de comércio exterior. A Saint John tinha solicitado um empréstimo ao Eximbank: não teve sorte até que a Hanna se apoderou da empresa. Desencadearam-se, a partir de então, as mais furiosas pressões sobre os sucessivos governos do Brasil. Os diretores, advogados ou assessores da Hanna - Lucas Lopes, José Luiz Bulhões Pedreira, Roberto Campos, Mário da Silva Pinto, Octávio Gouveia de Bulhões - eram também membros, ao nível mais alto, do Governo do Brasil, e continuaram ocupando cargos de ministros, embaixadores ou diretores de serviços nos ciclos seguintes. A Hanna não tinha escolhido mal seu estado-maior. O bombardeio se fez cada mais intenso, para que se reconhecesse à Hanna o direito de explorar o ferro, que pertencia, a rigor, ao Estado brasileiro. No dia 21 de agosto de 1961, o presidente Jânio Quadros assinou uma resolução que anulava as ilegais autorizações dadas de favor à Hanna e restituía as jazidas de ferro de Minas Gerais à reserva nacional. Quatro dias depois, os ministros militares obrigaram Jânio Quadros a renunciar.
O texto da renúncia dizia: "Forças ocultas terríveis se levantaram contra mim..."

O levante popular encabeçado por Leonel Brizola, em Porto Alegre, frustrou o golpe dos militares (apoiados pelos EUA e pela Hanna) e colocou no poder o vice-presidente João Goulart. Quando em julho de 1962 um ministro quis pôr em prática o decreto fatal contra a Hanna - que tinha sido mutilado no DIARIO OFICIAL -, o embaixador dos EUA, Lincoln Gordon, enviou a Goulart um telegrama protestando com viva indignação pelo atentado que o governo brasileiro ameaçava cometer contra os interesses de uma empresa norte-americana. (...) Goulart vacilava em validar a resolução (nacionalista) de Jânio Quadros.

A espada de Dâmocles da resolução de Jânio permanecia em suspenso sobre a cabeça da Hanna. Por fim, o golpe militar explodiu no último dia de março de 1964, em Minas Gerais, que casualmente era o cenário das jazidas de ferro em disputa. "Para a Hanna - escreveu a revista Fortune -, a revolta que derrubou Goulart na primavera passada chegou como um desses resgates de último minuto pelo Primeiro da Cavalaria". Depois, homens da Hanna passaram a ocupar a vice-presidência do Brasil e três dos ministérios. (...)

(...) Depois que se cansaram de lançar na fogueira ou no fundo da Baía da Guanabara os livros de autores tais como Dostoievski, Tolstoi ou Gorki, e após terem condenado ao exílio, à prisão ou à morte uma quantidade incontável de brasileiros, o recém-instalado regime militar de Humberto de Alencar Castelo Branco pôs mãos à obra: entregou o ferro e todo o resto. A Hanna recebeu seu decreto no dia 24 de dezembro de 1964. Este presente de Natal não só lhe outorgava todas as seguranças para explorar em paz as jazidas de Paraopeba, mas, além disso, apoiava os planos da empresa ianque para ampliar um porto próprio a 66 quilômetros do Rio de Janeiro, e para construir uma ferrovia destinada ao transporte do ferro”.
(Tudo pago com o dinheiro dos brasileiros).

A pressão para derrubar um governante passou antes pela ação dos ianques que se viram prejudicados com a nacionalização da matéria-prima brasileira. E a ladroagem avança até nos mais altos escalões da República, continuando viva até hoje. Para tudo existe uma explicação plausível. Para todo efeito há uma causa.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

HISTORIADORES COM H MINÚSCULO

O significado de ser cientista é simples. Cientista é aquele que busca através das evidências e de provas consistentes apresentar ao mundo a verdade dos fatos. Mas se uma dessas verdades se alterar no caminho, seja pelo motivo de que a teoria do cientista estava errada, seja pelo motivo de novas descobertas, ele tem de dar a mão à palmatória por mais que considere corretas as suas teorias.

Uma evidência nova acaba com uma evidência velha. O mundo gira e quais tipos de evidências podem ser derrubadas para que a verdade tome seu espaço no tempo? Aconteceu assim em momentos anteriores. Quando se considerava que o planeta Terra era o centro do universo e que o Sol e os demais planetas giravam ao redor dele. Quando a verdade se evidenciou, os verdadeiros cientistas imediatamente tomaram posição ao lado dela.

Observamos, porém, nos dias que correm, aqueles que se dizem cientistas sociais, cientistas da história, humanistas contemporâneos sem pretender fugir do lugar comum. Ficam presos às mesmas picuinhas sem buscar se aprofundar na verdade e descobrir evidências concretas para defender suas teorias e idéias. Historiadores dormem na mesmice, ensinando aos estudantes tudo que já começa a ficar ultrapassado. Governos pregam de cátedra que essas coisas que se estão ensinando são verdades absolutas, tal como a Inquisição pregava na longínqua Idade Média ao defender que a Terra girava ao redor do Sol. Quem falasse o contrário iria para a fogueira.

Ilusões religiosas são ensinadas nas escolas enchendo a cabeça das crianças com falsas ilusões de vida eterna, inclusive sobre a existência de um Deus que teima em não interagir com a humanidade. Desculpem, foi engano. Deus não existe e por isso ele não pode interagir com o homem. Mas o ensino religioso se não é dado nas escolas será imposto nas aulas dominicais das igrejas dos crentes, dos católicos e de todos aqueles que fazem da fé uma arma para fugir da verdadeira discussão científica. Fé não é ciência. E se não é ciência, se não traz evidência de nada, se não apresenta provas concretas do que divulga, como será que qualquer pessoa pode afirmar com certeza absoluta que existe um Deus a protegê-la acima das nuvens e da Terra?

Os atuais historiadores do mundo são covardes por não tentarem avançar na busca das evidências que comprovem a verosimilhança dessas ilusões. Os cientistas sociais ficam presos a livros obsoletos num repeteco bem decoreba sem fim do que seus autores disseram em uma época já mergulhada no insondável. E os governos e os grandes líderes religiosos do mundo escondem dos governados e dos seus seguidores verdades que, se ditas, podem acabar com o status quo adquirido pelos donos do poder e da fé.

Não sou o dono da verdade. Não quero ser o dono da verdade. Mas fico estarrecido ao ver um texto que fala de coisas que podem ser verdadeiras ser censurado num site que se diz histórico. A resposta pode ser: isso é coisa de lunático. Não pode ser publicada porque é coisa de quem gosta de inventar ficção. Antigamente, acreditava-se na Terra como centro do sistema solar. Hoje isso é uma grande piada. E ninguém sabia antes do nascer do século 20 que existiam outros planetas no sistema solar. Ninguém conhecia um pulsar, um buraco negro, e ninguém acreditava que um dia o homem pudesse pisar na lua.

Mas vamos deixar por partes esse assunto de algumas pessoas irracionais. Não cabe dissertar sobre a Idade de Trevas que desaba sobre a inteligência humana nestes dias da esperada Nova Era. Aceita quem pode. Os censores um dia terão que baixar a cabeça e acatar a verdade universal da ciência, que só aceita a totalidade da verdade quando a evidência é completa e comprovada. O resto é conversa pra boi dormir.

domingo, 20 de abril de 2008

A VERDADEIRA ORIGEM DO HOMEM - I

Visão de um Zigurate


A verdadeira origem da humanidade é desconhecida porque toda a população do mundo se acha mergulhada na ignorância. Existe uma verdade que devia ser divulgada, mas ela não se encontra em nenhum livro de história, em nenhum material acadêmico. A manutenção na ignorância é apoiada por uma grande parcela dos que comandam as instituições de ensino, para que a massa humana seja manipulável aos interesses das corporações políticas e econômicas que dominam o mundo.

Claro que existem pessoas e grupos comprometidos com a verdade. Grupos e pessoas que possuem meios e que realizam buscas e pesquisas em todo o planeta para obter provas acerca da origem do homem, mesmo que os manipuladores da verdade continuem a ocultá-la. Mas homens e mulheres da Terra não podem mais ficar de mente fechada a essa verdade que já se descortina. Pesquisas arqueológicas de renomados estudiosos atestam essa verdade. Os acadêmicos, os manipuladores da ignorância porém, vão continuar tentando por todos os meios não divulgá-la.

A verdade é uma só: somos descendentes de seres extraterrestres e não de um deus que dizem ter criado a terra e os planetas ao seu redor. Isso é o que diz em todo seu conteúdo os achados arqueológicos da civilização suméria. Os sumérios foram fundadores da primeira grande civilização da Mesopotâmia, como era chamada a região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates, que nascem nas montanhas da Turquia e desembocam no Golfo Pérsico, onde atualmente está situado o Iraque.

A organização social dos sumérios foi literalmente responsável pelo mundo como conhecemos hoje. Muitos elementos influenciaram na formação das sociedades greco-romanas, as quais por sua vez influenciaram todo o mundo ocidental e estão fortemente presentes até os dias de hoje. Vejamos: os sumérios possuíam técnicas de arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive, foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas! Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o "infinito".

Eles desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios; • Sistema de leis baseados nos costumes; • Habilidosas práticas comerciais; • Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha; • Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash; • Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;

As primeiras bibliotecas conhecidas no mundo foram fundadas pelos sumérios. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60 mil placas de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.

Eles também criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados Zigurates que eram verdadeiros complexos piramidais englobando vários módulos de edifícios, que abrigavam desde templos religiosos até plenários políticos, construídos dentro de um bloco-célula e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.

O maior especialista vivo, em cultura suméria, é o historiador e arqueólogo Zecharia Sitchin nascido na Rússia e criado na Palestina, onde adquiriu profundos conhecimentos de arqueologia e história oriental, é formado em história pela Universidade de Londres e um dos poucos estudiosos do mundo capacitados a traduzir a escrita cuneiforme, característica das civilizações mesopotâmicas. Tendo trabalhado como jornalista e editor em Israel e como consultor da NASA. Zecharia traduziu muito do material sumério encontrado nas suas escavações arqueológicas. E escreveu inúmeros livros contendo essas traduções. Basicamente elas revelam que a Terra, teve origem através da colisão de dois gigantescos corpos celestes, que os sumérios chamavam de Nibiru e Tiamat.

A VERDADEIRA ORIGEM DO HOMEM - II

A órbita eliptica do planeta Nibiru


Os escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado (que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de "planeta X") foi desviado de um sistema binário e capturado pela gravidade de nosso Sol. Esse planeta viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica, passando por Netuno e Urano. Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou Urano para seu lado quando passou por ele. Naquela época não havia o planeta Terra, mas sim um outro planeta, muito maior, Tiamat coberto quase que só de água. Os satélites de Nibiru atingiram Tiamat nas suas primeira e segunda órbitas e o dividiu em duas partes, pulverizando a metade onde ele foi atingido (criando um cinturão de asteróides) e empurrando a outra metade achatada para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra.

Isso explica porque o Oceano Pacífico é tão vasto e profundo e porque os continentes estão se movendo tão rapidamente se comparados aos outros planetas. A Terra está se recuperando de um colisão interplanetária! Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. Em fevereiro de 2000, chegava ao fim a "Missão Near" (sonda Near) da NASA, chefiada pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo). Nibiru tem um período orbital de 3.600 anos se comparado com a Terra e na realidade está orbitando dois sóis. O nosso Sol é um foco e o gêmeo morto do nosso Sol, em algum lugar distante no espaço, é o outro foco da órbita. Os sumérios descreveram-no como sendo quatro vezes maior do que a Terra, de cor avermelhada, e responsável por grandes catástrofes, no nosso planeta, quando fazia a sua passagem através de nosso sistema solar.

Eles explicam que a passagem desse planeta foi a causa do dilúvio citado na Bíblia, devido a um deslocamento polar na Terra. Em um de seus livros publicados, "O Gênesis Revisitado", Sitchin revela detalhadamente o conteúdo das tábuas sumérias, que descrevem os eventos cósmicos que culminaram na formação da Terra. Os sumérios possuíam informações precisas sobre o nosso sistema solar, desde o início de sua formação até a configuração atual. Detalhes impressionantes, como a composição química e orgânica de mundos como Netuno e Plutão, que era na verdade um satélite de Saturno "desprendido" e "capturado" para uma nova órbita. Esse conhecimento seria possível há 3 mil anos atrás? Obviamente não a partir de observações terrestres! Esses dados só poderiam ter sido transmitidos aos sumérios porque não havia meios de obter essas informações.

A pergunta é: Quem teria transmitido esse conhecimento? Em 1983, o Satélite Astronômico Infravermelho (IRAS) fotografou um grande objeto na imensidão do espaço. O astro seria tão grande quanto Júpiter e provavelmente poderia fazer parte do nosso Sistema Solar. Em 1987, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) admitiu, oficialmente, a existência do chamado Planeta X, o mesmo Nibiru, da cultura suméria. Em uma conferência realizada no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia, o pesquisador John Anderson declarou: - "Um décimo segundo planeta pode estar orbitando o Sol. Sua localização seria três vezes a distância entre o Sol e Plutão". Recentemente a sonda norte-americana Soho e a sonda russa Norlok, registram o gigante Nibiru.

A questão é delicadíssima. De um lado temos escritos de milhares de anos sobre a formação da Terra, com informações astronômicas confirmadas pelo mais capacitado tradutor de línguas antigas, que se tem notícia e do outro lado temos a discreta confirmação dessas informações pela maior agência espacial do mundo. A questão da origem do planeta Terra e da humanidade é extremamente delicada, porque ameaça completamente a estrutura social moderna. O conhecimento da humanidade, sobre si mesma, é sustentado pela ciência ou pela religião. Pelo empirismo ou pela fé.

A VERDADEIRA ORIGEM DO HOMEM - III

A escrita cuneiforme dos Sumérios


A ausência de entendimento entre os dois segmentos criou um abismo social que divide os homens, no que diz respeito à verdade sobre sua própria origem. Além do fato de que tanto a ciência quanto a religião se tornaram instrumentos de poder para grupos interessados em dominar as grandes massas populares. Sistematicamente, os dois têm ocultado ou distorcido, ao longo da historia, informações sobre a origem do homem no planeta. No campo científico, homens como Charles Darwin, induziram a humanidade a acreditar que o homem evoluiu progressivamente e naturalmente de um tipo de antropóide que teria sofrido mutações, assim como outras diversas espécies de animais, para se adaptarem as mudanças geofísicas sofridas pela Terra no passado.

Até aí tudo coerente, porém Darwin, precipitadamente concluiu que os seres poderiam sofrer qualquer transformação para se adaptarem. Para ele um lêmur voador poderia se transformar em um morcego, sobre uma determinada circunstância: - "Não vejo qualquer dificuldade em acreditar na possibilidade de que a seleção natural possa desenvolver a membrana no lêmur voador, até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego." Seguindo essa linha de pensamento ele concluiu que um símio poderia ter perdido os pêlos, a cauda, ter erguido a coluna vertebral, ficado inteligente e se tornado homem de maneira natural. Sem o que Sitchin chamaria de "intervenção genética externa".

Atualmente o Darwinismo também tem sido chamado de "teoria da origem inferior das espécies". A antítese ao "evolucionismo" de Darwin é a "teoria da origem superior das espécies", uma variação da teoria criacionista, baseada nas descobertas de fósseis humanos descomunais e outros sem-número de achados arqueológicos encontrados em várias partes do mundo, que confirmam que humanóides gigantescos já habitaram esse planeta, num passado remoto. Zecharia Sitchin, tem dedicado sua vida a eliminar o abismo existente entre o conhecimento religioso e o científico, a respeito desse assunto e tem provado que as duas teorias têm os mesmos dados em comum, porém obtidos de maneiras diferentes, em épocas diferentes e transmitidos de modo diferente.

Esse abismo, a verdade sobre a criação do homem na Terra, seria a verdade oculta sobre o "Adão" bíblico e sobre o "elo perdido" biológico, enquanto homens primordiais da Terra. Sitchin, termina preencheu essa lacuna, traduzindo o conhecimento sumério e revelando que a raça humana atual foi criada através de experiências genéticas por uma avançada raça de humanóides alienígenas num passado remoto. "Adão" (do sumério "Adapa", "raça primordial" e "Adamo", o "homem primordial") e o "elo perdido" seriam exatamente o mesmo ser, criado através da manipulação genética do primata hominídeo, original da Terra.

Em um breve resumo da cosmogonia suméria, na tradução de Zecharia Sitchin, o homem foi criado pelos gigantes extraterrestres Anunnaki, do planeta Nibiru, que devido ao desgaste no seu ecossistema, decidiram iniciar um processo de colonização no nosso planeta, com o objetivo de extrair recursos minerais terrenos, para solucionar seus problemas naturais. Em aproximadamente 445 mil a.C., os primeiros Anunnaki chegam à Terra, liderados pelo mega-cientista ENKI e montam a base de operações ERIDU (a "distante morada construída"), ao norte do Golfo Pérsico, com o objetivo de explorar ouro no fundo das águas. O ouro não possuía valor monetário para os Anunnaki. O metal seria processado e utilizado sob a forma de partículas em suspensão para proteger a atmosfera de seu planeta natal, deteriorada pelos excessos tecnológicos daquela raça.

Em tempos atuais, as janelas dos ônibus espaciais norte-americanos recebem uma fina camada de partículas de ouro, para proteger os astronautas da radiação solar. Todavia, ENKI não obteve sucesso na exploração das águas do golfo, então uma segunda expedição, liderada pelo seu meio-irmão, ENLIL, vem à Terra e monta uma base de operações onde hoje se situa o Zimbábue, na África, para explorar o ouro em minas subterrâneas. Livre das obrigações com a mineração, ENKI e seu grupo de Anunnaki, transforma a região do Golfo Pérsico, em um complexo operacional.

Por volta de 400 mil a.C., já existiam sete bases no sul da Mesopotâmia, além de um espaço-porto num local chamado Sippar e um centro de controle da missão, chamado Nippur, além dos centros metalúrgico e médico. Todavia, apesar do sucesso nas minas africanas, o trabalho de mineração era rejeitado pelos Anunnaki comandados por ENLIL, que na realidade eram astronautas e não operários. Sendo assim, inevitáveis conflitos de autoridade e disputas de poder, eclodiram entre os alienígenas. Pressionado pelas situação, ENLIL se reuniu com seu pai e patriarca dos Anunnaki, ANU e seu meio-irmão ENKI, decidido à abandonar o trabalho na Terra e retornar ao seu planeta. ENKI, o mais brilhante cientista anunnaki, sugeriu uma solução para a crise entre os alienígenas.

Afirmando ser capaz de manipular geneticamente um tipo de hominídeo primitivo que habitava a região do Zimbábue e à partir dele, "criar" um novo tipo de humanóide inteligente, capaz de aprender e realizar o trabalho nas minas. - "Façamos um ser à nossa imagem e semelhança!". ENKI e a médica geneticista NINTI, partiram para o laboratório na base de operações africana, mas antes de utilizar o primata, realizaram várias experiências usando material genético anunnaki e de outras espécies de animais, para testar suas habilidades científicas. O resultado desses testes foram "quimeras", ou aberrações, que não convém citar aqui. "Satisfeitos" com os resultados de seus "testes", ENKI e NINTI, partiram para o estágio de experiências com os hominídeos.

Fecundando óvulos de fêmeas primatas com sêmen anunnaki em avançados processos onde os genes alienígenas eram preservados na célula-ovo. A gestação era inicialmente feita no útero de fêmeas anunnaki e os cientistas obtiveram êxito no trabalho. Desenvolveram com sucesso os primeiros humanos híbridos. Machos e fêmeas, que, no entanto, eram estéreis, incapazes de se reproduzir. Em tempo, um grupo foi mantido nas minas e o outro levado para as bases na Mesopotâmia. Posteriormente, os cientistas anunnaki criaram uma segunda geração capaz de se reproduzir, a levou para a base EDIN ("Éden", a "morada dos justos") e a instruiu com o conhecimento sobre sua natureza e função biológicas. "Adão e Eva desfrutavam do fruto proibido".

A VERDADEIRA ORIGEM DO HOMEM - IV

Temendo o pior, o altos anunnaki, os "Elohin", da Bíblia, decidiram cercear a liberdade dos humanos, os "expulsando "do Éden. ENKI, o grande cientista, a "serpente iniciadora", que tinha como símbolo de seu ofício o Caduceu (o símbolo da medicina moderna, o cajado com duas serpentes entrelaçadas, representando dois filamentos de DNA que foi trazido para o Ocidente da Suméria) foi aquele que instruiu o "Adamu", a raça primordial. Evidentemente o Planeta Terra se tornou um lar para os anunnaki. Por milhares de anos, esses gigantes governaram os homens. Mesmo adaptados ao planeta, o relógio biológico anunnaki permanecia funcionando como em seu mundo natal.

Um ciclo de 3.600 anos terrestres equivaliam a um ano para esses seres e a sua incrível longevidade fazia com que parecessem imortais aos olhos humanos. "Deuses imortais". Contudo, os Senhores da Terra, os anunnaki, desenvolveram inevitáveis e estreitos laços afetivos com os humanos. Os contatos sexuais com as fêmeas humanas, de agradável aparência física, se tornaram freqüentes. O resultado desse contato foi o surgimento de uma raça de humanos gigantes, híbridos. Os Nefilins, os anjos caídos!

Esse comportamento "promíscuo" causou o descontentamento do patriarca ANU. Moisés, herdeiro direto do conhecimento sumério descreveu: - "Quando os filhos dos deuses viram que as filhas dos homens eram bonitas, as tomaram como esposas". Somado à isso, as disputas pessoais, entre os clãs anunnaki, devido às divisões hierárquicas e territoriais levaram o supremo governante ANU, tomado pela ira, a uma decisão terrível. - "Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito." Gênesis 6:1,7.

ANU, sabendo que seu planeta natal estava se aproximando da órbita da Terra e que haveria um poderoso cataclisma, ordenou que todos os Anunnaki abandonassem a Terra e deixassem a humanidade perecer. ENKI, chamado pelos mesopotâmios de "Iahweh" (Jeová), quebrou o código de fidelidade Anunnaki e designou, secretamente, Ziusudra, um humano de sua confiança para construir um veículo aquático submergível, capaz de suportar a violência das águas da Terra, agitadas pela força gravitacional de Nibiru, durante sua passagem. ENKI, forneceu tecnologia e o auxiliou no projeto, ordenando que ele reunisse sua família e um seleto grupo de humanos mais uma variedade de diferentes espécies animais para embarcarem no veículo, a fim de sobreviverem ao cataclisma e reconstruírem a civilização.

Ziusudra, o Noé bíblico, e seu grupo tiveram êxito, mas não o resto da humanidade. Os Anunnaki assistiram ao cataclisma de suas naves, estacionadas na órbita da Terra e sentiram dor e tristeza pelo socorro negado à humanidade. Após o evento, ANU decidiu retornar à Terra para reconstruir as bases anunnaki e ficou surpreso ao constatar que havia sobreviventes e que estes foram ajudados pelo seu filho ENKI. Novamente ficou tomado pela ira, mas dessa vez foi convencido por ENKI que os sobreviventes seriam úteis na reconstrução das bases. Em 10.500 a.C., logo após o dilúvio, três regiões foram concedidas aos filhos de Noé. Enquanto isso, ENKI recuperava o Vale do Nilo. A Península do Sinai ficou nas mãos dos annunaki, pois eles pretendiam construir um espaço-porto para substituir àquele destruído pelo dilúvio. Um novo centro de controle é instalado no Monte Moriá, futura Jerusalém.

Durante a recolonização anunnaki, os conflitos de interesses entre os descendentes de ENLIL e ENKI se tornavam cada vez mais agressivos. Por volta de 8.700 a.C. os primeiros venceram uma disputa, apoderaram-se do Monte Sinai e esvaziaram a grande pirâmide de seus equipamentos. Prenúncio de mais e mais conflitos. Quase 5 mil anos mais tarde, em 3.760 a.C., a humanidade cresce e assume o governo das cidades. A civilização suméria floresce na Mesopotâmia, com grande esplendor. Em 3.450 a.C., a Babilônia torna-se o portão dos deuses, ou seja, um local para pouso e contato entre os annunaki extraterrestres e o homem.

Nessa época, acontece o incidente da Torre de Babel. Um grupo de humanos se apoderou clandestinamente de uma espaçonave e contrariando as ordens dos annunaki, tentaram voar ao espaço, mas foram impedidos. No ano de 3.100 a.C., começa o governo dos faraós no Egito. Em 2.371 a.C., inicia o Império Acadiano, liderado pelo rei Acad Terah nasceu em Nippur, cidade fundada pelos annunaki, em 2.193 a.C. Em 2.123 a.C., Após muitas guerras envolvendo humanos e alienígenas, ANU e a alta cúpula anunnaki novamente decidiram por destruir a civilização terrena e desta vez utilizando armas. Revoltados com a insubordinação dos homens, ativaram uma terrível arsenal nuclear em 2.023 a.C. que destruiu a Suméria, Babilônia e demais cidades da região.

Possivelmente nesse período, ocorreu também a ruína de Sodoma e Gomorra. - "Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se prostituído como aqueles anjos, e ido após outra carne, foram postas como exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno." (Judas 1:7) As civilizações hebraicas, fizeram várias citações bíblicas aos Anunnaki. E seus descendentes foram chamados de "Nefilins, os anjos caídos! Aqueles que desceram dos céus para cruzarem com as mulheres dos homens!" A descoberta de magníficos fósseis humanos gigantescos, com o dobro, as vezes o triplo, do tamanho das espécies congêneres atuais inquestionavelmente fortalecem a "teoria da origem superior das espécies", confirmando os textos sumérios. Achados arqueológicos de milhares de anos, como ossos, pegadas fossilizadas e até múmias, são provas irrefutáveis de que homens gigantescos viveram há milhares e milhares de anos, no planeta e deixaram sua herança genética na raça humana.

A VERDADEIRA ORIGEM DO HOMEM - V

Gigantesco esqueleto de um extraterrestre encontrado ao sudoeste da Arábia Saudita


Cito aqui trechos da Bíblia falando dos gigantes que existiram em épocas imemoriais do planeta Terra. Saliento que a Bíblia não deve ser considerado um livro espiritual ou religioso. A Bíblia na realidade é uma compilação histórica. É um amálgama de eventos históricos acontecidos em um passado remotíssimo.

"Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houveram na antigüidade." Gênesis 6.4 "Antes haviam habitado nela os emins, povo grande e numeroso, e alto como os anaquins; eles também são considerados refains como os anaquins; mas os moabitas lhes chamam emins." Deuteronômio 2.10-11 "Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso." Deuteronômio 3.11 "Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos." Números 13.33 "Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo [2,89 metros]." 1 Samuel 17.4.

Sem sombra de dúvida, as gritantes marcas da atividade dos anunnaki e de seus descendentes, os nefilins, estão espalhadas pelo mundo. Desafiando a nossa medíocre compreensão. Impossível ignorá-las! Tantas provas incontestáveis da atividade de seres extra-terrestres, em diversos lugares do planeta, são conhecidas e pesquisadas pelos governos das grandes nações. Não obstante o silêncio a respeito do assunto, há várias décadas Alemanha, França, Inglaterra, Russia e especialmente os EUA, e recentemente Japão, India e China, vêm desenvolvendo uma poderosa estrutura de pesquisa e ocultamento dessa realidade.

Parece um paradoxo que, ao mesmo tempo em que os segmentos científicos, tão desenvolvidos nesses países, refutem a possibilidade de haver vida inteligente fora da Terra, os governos e as centrais de inteligência militar, desses mesmos países, empreendam verdadeiras cruzadas para tentar controlar as informações sobre as evidências desse fato. E, se, os líderes politicos apenas há poucas décadas têm se organizado para manipular a verdade sobre essa realidade, os líderes das religiões mais antigas, em especial, hindus, islâmicos e católicos, maiores herdeiros do conhecimento mesopotâmico, há centenas de anos vêm controlando as informações, contidas nos textos védicos, no alcorão e na bíblia, sobre a realidade da atividade alienígena na Terra, principalmente sobre a criação da raça humana e a origem do homo-sapiens.

Se, de fato, o assunto é tão relevante assim, por que não há um trabalho em conjunto entre governos e os segmentos científicos e religiosos, para colocar a humanidade a par da verdade sobre sua própria origem? A resposta é simples! Porque a revelação de que humanóides alienígenas, conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, possivelmente milhões de anos, colonizaram a Terra e participaram na formação da raça humana, causaria a ruína de todo o establishment contemporâneo. De todo o sistema social. Todas as instituições entrariam em colapso, porque fraudes milenares seriam descobertas.

O que aconteceria se as pessoas tomassem conhecimento de que são herdeiras genéticas de alienígenas? O que aconteceria se a humanidade se conscientizasse de que foi feita à imagem e semelhança de uma raça extraterrena? Poderes seculares alienadores e manipuladores como o fundamentalismo islâmico ou o catolicismo ficariam definitivamente comprometidos. O problema é que a mente humana, atualmente, está atrofiada! A maioria das pessoas não consegue raciocinar sobre o fato de que os feitos da ciência moderna como, mapeamento de código genético, clonagem, transplantes, podem ser apenas rascunhos de uma tecnologia muito mais avançada, realizada nesse planeta, há milhares de anos.

Para a grande maioria das pessoas, que desconhece o fato de que nações milenares, como a Suméria e o Egito faraônico, dominavam a medicina, a física, a matemática e astronomia, entender essa realidade seria extremamente difícil, mas para quem conhece o trabalho de Zecharia Sitchin, não. Nos textos das tábuas sumérias são descritas com riqueza de detalhes as atividades de colonização dos alienígenas anunnaki, os elohin, que culminaram com a criação do homo-sapiens.


Leia os livros de Zechari Sitchin. Vale a pena.
....
O décimo Segundo Planeta (The 12th Planet )
A Escada para o Céu (The Stairway do Heaven)
Guerras de Deuses e Homens (The Wars of Gods and Men)
Os Reinos Perdidos (The Lost Realms)
Gênesis Revisitado (Genesis Revisited)
Encontros Divinos (Divine Encounters )
Código Cósmico (The Cosmic Code )

quinta-feira, 17 de abril de 2008

SPORT CLUB DO RECIFE - TRICAMPEÃO PERNAMBUCANO DE 2008

HOJE É DIA DE FESTEJAR O TRI DO PAPAI DA CIDADE! SEM O SPORT O RECIFE PERDE A GRAÇA! CAMPEÃO OUTRA VEZ! 37 VEZES CAMPEÃO É QUE É LUXO!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

SOBRE O 12º PLANETA - ORIGEM HUMANA - I -

Em épocas primevas, quando nosso sistema solar ainda era jovem, um grande planeta surgiu vindo do espaço sideral e foi atraído por ele. Os sumérios chamavam esse invasor de NIBIRU, ou seja, “O Planeta da Travessia”; os babilônicos lhe davam o nome de Marduk. Quando ele estava passando pelos planetas externos de nosso sistema solar, sua trajetória se encurvou devido à força de atração, o que o colocou em rota de colisão com um velho membro do sistema solar, um planeta chamado Tiamat. Quando os dois se aproximaram, os satélites de Marduk/NIBIRU cortaram Tiamat ao meio. Sua parte inferior foi esmigalhada em pedaços pequenos e esses restos planetários formaram os cometas e o cinturão de asteróides – o “bracelete celeste” que orbita entre Júpiter e Marte. A parte superior de Tiamat e o principal satélite desse planeta foram atirados numa nova órbita, tornando-se a Terra e a Lua.

Marduk/NIBIRU, intacto, foi capturado numa vasta órbita elíptica em torno do Sol, o que o faz voltar ao local da “batalha celeste”, entre Júpiter e Marte, a cada 3.600 anos terrestres. E foi assim que nosso sistema solar ficou com doze corpos celestes – o Sol, a Lua (que os sumérios consideravam um corpo celeste por seu próprio direito), os nove planetas que conhecemos e o 12º: Marduk/NIBIRU.

Quando Marduk/NIBIRU invadiu nosso sistema solar, trouxe com ele a semente da vida e, na colisão com Tiamat, um pouco dessa semente passou para sua parte que sobreviveu – o planeta Terra. Ao se desenvolver, essa vida começou a copiar a evolução em Marduk/NIBIRU e foi por isso que, quando na Terra a espécie humana estava em seus primórdios, em Marduk/NIBIRU os seres inteligentes já tinham atingido altos níveis de civilização e tecnologia.

Era do 12º membro do sistema solar, diziam os sumérios, que os astronautas tinham vindo à Terra – os “Deuses do Céu e da Terra”. E foi a partir das crenças dos sumérios que todos os outros povos da Antiguidade adquiriram seus deuses e suas religiões. Esses deuses, afirmavam os sumérios, tinham criado a Humanidade e posteriormente lhe dado a civilização, ou seja, todo o conhecimento, todas as ciências, inclusive uma parcela incrível de uma astronomia sofisticada.

Esse conhecimento astronômico abrangia o reconhecimento do Sol como o corpo central do nosso sistema planetário e a cognição de todos os planetas que conhecemos atualmente, inclusive os externos – Urano, Netuno e Plutão – que são descobertas relativamente recentes da astronomia moderna e não poderiam ter sido observados e identificados a olho nu. E, tanto nas listas e textos planetários, bem como em descrições pictográficas, os sumérios insistiam na existência de mais um planeta – NIBIRU, Marduk – que no ponto de sua órbita mais próximo da Terra passava entre Marte e Júpiter.

A sofisticação em conhecimento celeste – que os sumérios atribuíam aos astronautas vindos de Marduk/NIBIRU – não era limitada à familiaridade com o sistema solar. Havia o universo infinito, cheio de estrelas. Foi na Suméria – e não séculos depois, na Grécia, como se imaginava – que pela primeira vez as estrelas foram identificadas, agrupadas em constelações e localizadas nos céus, recebendo nomes. Todas as constelações que atualmente vemos no céu do hemisfério norte e a maioria das do hemisfério sul estão listadas nas tabulas astronômicas dos sumérios – em sua ordem correta e com os mesmos nomes que usamos até hoje.

Fonte: A Escada Para o Céu, Zecharia Sitchin, Editora Best-Seller, 2002, pg 113 a 117.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

URGÊNCIA PSIQUIÁTRICA


O chororô continua lá pelas bandas da casa de bonecas. Mas agora o chororô é triste demais e mostra a necessidade de um bom divã psiquiátrico para alguns elementos que fazem da inveja o seu carro-chefe e que procuram por A mais B diminuir o valor da campanha do Sport Club do Recife no campeonato pernambucano deste ano de 2008. O técnico do chamado "équiça" um tal de Roberto sei lá o quê, questionou na Rádio Jornal do Commércio a vitória de 3 x 0 do rubro-negro da Ilha do Retiro sobre o Salgueiro, no Estádio Antônio Inácio, em Caruaru, no último domingo. Vitória esta que deixou o Glorioso Leão da Ilha a um ponto da conquista do título estadual.

Mas esse questionamento foi provocado por uma pergunta maliciosa de um profissional da Imprensa pernambucana, da própria equipe da Rádio Jornal, um tal Pedro Silva. Esse é outro que deve acompanhar o técnico das bonequinhas ao divã psiquiátrico. A pergunta do tal repórter de meia-tigela foi: “Roberto, o Salgueiro entrou mordendo contra o Náutico, quarta, e hoje entrou devagar quase parando contra o Sport, o que é que você acha disso?”. Isso é querer demais! Será que o tal repórter esqueceu que o Sport Club do Recife foi o time que mais jogou contra o Salgueiro neste atual campeonato? Que das seis partidas contra o time interiorano o rubro-negro ganhou cinco e empatou uma e as vitórias sempre foram por um placar elástico? A infeliz resposta do treinador do famoso "équiça" foi: “Com todo respeito ao time do interior, as notícias vindas do jogo do Salgueiro não foram boas...”.

O que ambos queriam dizer nas entrelinhas simplesmente era o seguinte: o Salgueiro abriu o jogo para o Sport depois de fazer um ferrolho contra o timinho das bonecas. Isso é irresponsabilidade! Ninguém em sã consciência pode imaginar uma coisa dessa depois de conhecer toda a história deste campeonato. Desde quando o Leão da Ilha precisou de ajuda de times do interior para ganhar jogo de futebol? Por que os rosadinhos não procuraram jogar bola e mostrar que eram realmente candidatos ao título? Por que não venceram o Central de Caruaru? Por que foram derrotados em tantas partidas especiais por times do Interior, como o Centro Limoeirense, o Serrano e o Salgueiro?

Mas os moradores da casa das bonecas sempre tem um "se" na ponta da língua para usar como desculpa perante o mundo. "Ah, se a gente não tivesse tropeçado contra o Centro!" "Ah, se a gente não tivesse perdido do Salgueiro". E a mais interessante foi aquela dita quando o Leão da Ilha conquistou o título do primeiro turno: "Ah, se eles tivessem jogado contra a gente seria diferente". Eles pediram e receberam em troca uma boa resposta. Jogaram contra nós perderam e ficaram chorando. O time das bonecas rosadas este ano pode ser considerado campeão do "se". Nunca essa palavrinha foi tão pronunciada pelos rosinhas aflitos.

Mas voltando ao início. Às vezes a língua humana tem de possuir freios, principalmente na boca de algumas pessoas que gostam de soltar indiretas e pensam que estão fazendo sucesso. O repórter Pedro Silva, da Rádio Jornal, até que pode ser desculpado, pois se não foi uma atitude pessoal dele, atitude inerente a um rosa de carteirinha, deve ter sido por ordem da empresa em que ele trabalha declaradamente "équiça". Já para um técnico de futebol insinuar que o Salgueiro pode ter facilitado para o rubro-negro da Ilha é caso de psiquiatra. Urgência psiquiátrica.

Mas águas passadas não movem moinho. Deixemos o chororô pra quem tem experiência nisso e comecemos a nos preparar para a festa. Somente uma hecatombe tira este título do Leão da Ilha. O nosso 37º título de campeão pernambucano quase em nossas mãos, mostra que somos verdadeiramente o melhor time de futebol do Estado de Pernambuco. O resto é inveja e falta de respeito.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

MUDOU - DE TAIGUARA

Mudou
Mudou o tempo e o que sonhei pra nós
Mudou a vida o vento a minha voz
Mudou a rua em que eu te conheci
Mudou
A ilusão da paz do nosso amor
Mudei as rimas do meu verso cru
E o sol mudou de cor teu corpo nu
Mudou
O impulso aflito de dizer que não
A lua é nova e é nova a informação
Mudou meu céu e vai mudar meu chão
A terra ardeu e o céu desmoronou
E há o que fazer e a flor não me ensinou
E há o que fazer meu sonho não mostrou
Mudou
E vai mudar enquanto eu não morrer
E vai mudar pro amor sobreviver
Vê se me entende eu mesmo não mudei
Eu sou o mesmo livro podes ler
Eu sou o mesmo livre pra dizer
Que eu amo ainda
Que eu quero ainda
Te espero ainda
Pro amor

quinta-feira, 10 de abril de 2008

DURANTE

Solitário... / Na amurada da ponte vendo o rio / Fazendo ondas. No sozinho / De um sentimento ordinário / Na surdez dos meus tímpanos / Nos olhos sobre os líquidos / Vejo-me extraordinário / Vejo-me submerso / Nas águas das mágoas dos momentos / Nascidos de algum velho desvario.

Carrego na solidão outra fome / – Algo assim sem nome – / Tão vulgar como uma sombra / A envolver de escuridão o corpo / E uma angústia nessa solidão / É tão ressentida/pressentida / Vista no reflexo do rio / Vista na crise da vida / Nas águas das mágoas dos momentos / De algum velho desvario nascidas.

Lembro dos teus olhos azuis / Dispersos na amplidão do teu verbo / Agora quando existe a essência / Da falta intensa do corpo / Quando a estrutura do tempo / Impermeabiliza a saudade / Impermeabiliza a vontade / Impermeabiliza todo o culto / Das águas/lágrimas dos momentos / De desvarios errantes na cidade.

Ainda não sei se por acaso lembras / Aquele amor quase construído / Que absorveu ventos e noturnos / Encontros sob a luz das estrelas. / Solitário... / Nas águas que buscam aquela foz / Vejo-me disperso / Vejo-me deserto / Vejo-me assim quase sem voz / Um discurso de sexo líquido / de algum durante perto do infinito.

terça-feira, 8 de abril de 2008

ESPAÇO DA SABEDORIA

“Uma visita ao hospício mostra que a fé não prova nada.” Friedrich Nietzsche

“A idéia de um ente supremo que cria um mundo no qual uma criatura deve comer outra para sobreviver e, então, proclama uma lei dizendo: ‘Não Matarás’ é tão monstruosamente absurda que não consigo entender como a humanidade a tem aceito por tanto tempo.” Peter de Vries

“Para os peixinhos do aquário, quem troca a água é Deus.” Mário Quintana

“Governar acorrentando a mente através do medo de punição em outro mundo é tão baixo quanto usar a força.” Hipácia

“Eles vieram com uma Bíblia e sua religião – roubaram nossa terra, esmagaram nosso espírito... e agora nos dizem que devemos ser agradecidos ao ‘Senhor’ por sermos salvos.” Chefe Pontiac

“...se Deus existisse, só haveria para ele um único meio de servir à liberdade humana: seria o de cessar de existir.” Bakunin

“Se as pessoas são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente somos um grupo muito desprezível.” Einstein

“Se 5 bilhões de pessoas acreditam em uma coisa estúpida, essa coisa continua sendo estúpida.” Anatole France

“Os deuses são a encarnação do que nunca poderemos ser. O cansaço de todas as hipóteses...” Fernando Pessoa

“Deus é um ser mágico que veio do nada, criou o universo e tortura eternamente aqueles que não acreditam nele, porque os ama.” Steve Knight

“A religião nunca será capaz de reformar a humanidade porque religião é uma escravidão.” Ingersoll

“Se é certo que um Deus fez este mundo, não queria eu ser esse Deus: as dores do mundo dilacerariam meu coração.” Schopenhauer

“A fé é um eufemismo para preconceito e a religião é um eufemismo para superstição.” Paul Keller

“Por simples bom senso, não acredito em Deus. Em nenhum.” Charles Chaplin

“O jeito de ver pela fé é fechar os olhos da razão.” Benjamin Franklin

“Religião é uma coisa excelente para manter as pessoas comuns quietas.” Napoleão Bonaparte

segunda-feira, 7 de abril de 2008

HOMENAGEM AO JORNALISTA

Uma notícia só chega pronta e no seu devido contexto aos olhos e aos ouvidos do homem comum quando passa pelas mãos do jornalista. É este o homem que a trabalha e que dá à luz em jornais, revistas, rádios e emissoras de TV aos fatos que acontecem neste mundo, em nosso país, nosso Estado ou até mesmo ali no boteco da esquina.

Hoje, 7 de abril, Dia do Jornalista, muita coisa ainda falta para que esse profissional ganhe respeito mundo afora, país afora e, inclusive, o respeito dos patrões desta terra pernambucana brasileira, patrões que se acham donos do mundo.

Eu não me arrependo de ser jornalista. Já estão fazendo mais de 25 anos que exerço a profissão, e com orgulho digo que a escolhi com a certeza de que era o melhor caminho que devia seguir. Fiz minha parte anos atrás, e estou fazendo minha parte agora. Enfrentei preconceitos e divergências variadas, mas tudo vindo do poder dos patrões e dos intrometidos de plantão que pensam saber tudo da vida.

Da turma que se formou comigo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), muitos estão no batente, outros sumiram do convívio, mas na data de hoje gostaria de dar-lhes os parabéns por pemanecerem cativos da profissão. Parabéns, inclusive para o companheiro José Evaldo Costa, jornalista de minha turma hoje secretário de Imprensa do Governo de Pernambuco. Ele fica como primeiro da lista para a seguir vir Ana Maria Acevedo, Henrique Queiroz, Gilson Oliveira, Marise, Edinoan Gonçalves, Sebastião Aquino, Vânia Maria, Sônia Lopes, Marcus Antônio, Francisco de Assis, José Carlos, Maria Isabel, Márcio Valença e este escriba Rafael Rocha.

A vida está seguindo seu rumo e o tempo nos está levando, mas enquanto estivermos vivos continuaremos com o sangue da vocação a correr em nossas veias. Sangue repleto de letras, frases e espaços em branco onde possamos escrever a odisséia do cotidiano.

sábado, 5 de abril de 2008

ESPAÇO DA SABEDORIA HUMANA

JESUS: O INCÔMODO SILÊNCIO DA HISTÓRIA

Este texto é de Lee Salisbury - nascido em Stillwater, Minesotta, pastor pentecostal de 1972 a 1986. Ele fundou e dirige o Clube do Pensamento Crítico em Minesotta, escreve colunas para AxisOfLogic.com e participa de debates públicos.

Quem é que nunca ouviu falar de Jesus de Nazaré? É claro que todo mundo ouviu falar de Jesus! A Bíblia nos diz que sua fama se espalhou por toda a Palestina e Síria. Ele é o homem-deus/salvador do mundo que realizou milagres que só um deus poderia realizar. Transformou água em vinho, alimentou milhares de pessoas com apenas alguns pedaços de pão e peixe, andou sobre as águas, acalmou tempestades, curou cegos, surdos e enfermos, recuperou mãos atrofiadas, expulsou demônios e ressuscitou os mortos. Seus ensinamentos morais são considerados superiores a tudo o que já foi ensinado.

Ele foi rejeitado por seu próprio povo, os judeus, e brutalmente crucificado pelos romanos. Mas isto não deteve Jesus. A Bíblia nos diz que, ao ser crucificado, céus e terra confirmaram sua divindade, causando um eclipse do Sol de três horas em toda a Terra, um terremoto que fez com que a cortina do templo em Jerusalém se rasgasse ao meio e que túmulos se abrissem e homens santos ressuscitassem e aparecessem às pessoas em Jerusalém. Três dias depois, o Filho de Deus derrotou o Diabo, o Príncipe das Trevas, ressuscitou dos mortos, apareceu a seus discípulos e então subiu aos céus. Como é possível alguém não gostar desta história, nem desejar acreditar nela?

O problema que pesquisadores sinceros e com mentes objetivas têm com esta história espantosa é: por que os registros históricos de escritores gregos, romanos e judeus não-cristãos praticamente nada dizem sobre Jesus de Nazaré? Certamente que notícias sobre acontecimentos como esses, se fossem verdadeiras, teriam se espalhado por todo o mundo mediterrâneo. E, no entanto, os escritos que sobreviveram, de uns 35 a 40 observadores independentes durante os primeiros 100 anos que se seguiram à suposta crucificação e ressurreição de Jesus, praticamente nada confirmam. Esses autores eram respeitados, viajados, sabiam se expressar, observavam e analisavam os fatos; eram os filósofos, poetas, moralistas e historiadores daquela época. Entre as mais destacadas personalidades que não mencionam Jesus, temos:

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Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.): Um dos mais famosos autores romanos sobre ética, filosofia e moral e um cientista que registrou eclipses e terremotos. As cartas que teria trocado com Paulo se revelaram uma fraude, mais tarde.

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Plínio, o Velho (23 d.C. – 79 d.C.): Escreveu “Naturalis Historia”, 37 volumes sobre eventos como terremotos, eclipses e tratamentos médicos.

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Quintiliano (39 d.C. – 96 d.C.): Escreveu “Institutio Oratoria”, 12 volumes sobre moral e virtude.

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Marcial (40 d.C. – 102 d.C.): Escreveu poemas épicos sobre as loucuras humanas e as várias personalidades do império romano.

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Plutarco (45 d.C. – 120 d.C.): Escritor grego que viajou de Roma a Alexandria. Escreveu “Moralia”, sobre moral e ética.

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Epiteto (55 d.C. – 135 d.C.): Ex-escravo que se tornou renomado moralista e filósofo e escreveu sobre a “irmandade dos homens” e a importância de se ajudarem os pobres e oprimidos.

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Juvenal (60 d.C. – 140 d.C.): Um dos maiores poetas satíricos de Roma. Escreveu sobre injustiça e tragédia no governo romano.

Três romanos cujos escritos contêm referências mínimas a Cristo, Cresto ou cristãos:

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Tácito (55 d.C. – 120 d.C.): Famoso historiador romano. Seu “Anais”, referente ao período 14–68 d.C., livro 15, capítulo 44, escrito por volta de 115 d.C., contém a primeira referência a Cristo como um homem executado na Judéia por Pôncio Pilatos. Tácito declara que “Cristo, o fundador, sofreu a pena de morte no reino de Tibério, por ordem do procurador Pôncio Pilatos”. Os estudiosos apontam várias razões para se suspeitar de que este trecho não seja de Tácito nem de registros romanos, e sim uma inserção posterior na obra de Tácito.

A referência a Pilatos como “procurador” seria apropriada na época de Tácito; mas, na época de Pilatos, o título correto era “prefeito”. Se Tácito escreveu este trecho no início do segundo século, por que os
Pais da Igreja, como Orígenes, Tertuliano, Clemente e até Eusébio, que tanto procuraram por provas da historicidade de Jesus, não o citam? Tácito só passa a ser citado por escritores cristãos a partir do século 15.

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Plínio, o Novo (61 d.C. – 113 d.C.): Foi procônsul da Bitínia (atual Turquia). Numa carta ao imperador Trajano, em 112 d.C., pergunta o que fazer quanto aos cristãos que “se reúnem regularmente antes da aurora, em dias determinados, para cantar louvores a Cristo como se ele fosse um deus”. Uns oitenta anos depois da morte de Jesus, alguém estava adorando a um Cristo (messias, em hebraico)! Entretanto, nada se diz sobre se este Cristo era Jesus – o mestre milagreiro que foi crucificado e ressuscitou na Judéia – ou se um Cristo mitológico das religiões pagãs de mistério. O próprio Jesus teria dito que haveria muitos falsos Cristos; portanto, a afirmação de Plínio não contribui em muito para demonstrar que o Jesus de Nazaré existiu.

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Suetônio (69 d.C. – 141 d.C.): Em “A vida dos imperadores”, com a história de 11 imperadores, ele conta, em 120 d.C., sobre o imperador Cláudio (41 d.C. – 54 d.C.), que ele “expulsou de Roma os judeus que, sob a influência de Cresto, viviam causando tumultos”. Quem é Cresto? Não há menção a Jesus. Seria este Cresto um agitador judeu, um dos muitos falsos messias, ou um Cristo mítico? Este trecho não prova nada sobre a historicidade de um Jesus de Nazaré. O que é claro e indiscutível é que um período de 80 a 100 anos sem nenhum registro histórico confiável, depois de fatos de tal magnitude, é longo o bastante para levantar suspeitas. Além do mais, é insuficiente citar três relatos tão curtos e tão pouco informativos para provar que existiu um messias judeu milagreiro chamado Jesus que seria Deus em forma humana, foi crucificado e ressuscitou.

Há três autores judeus importantes do primeiro século:

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Fílon de Alexandria (25 a.C. – 50 d.C.): Teólogo-filósofo judeu que falava grego. Ele conhecia bem Jerusalém porque sua família morava lá. Escreveu muita coisa sobre história e religião judaica do ponto de vista grego e ensinou alguns conceitos que também aparecem no evangelho de João e nas epístolas de Paulo. Por exemplo: Deus e sua Palavra são um só; a Palavra é o filho primogênito de Deus; Deus criou o mundo através de sua Palavra; Deus unifica todas as coisas através de sua Palavra; a Palavra é fonte de vida eterna; a Palavra habita em nós e entre nós; todo julgamento cabe à Palavra; a Palavra é imutável. Fílon também ensinou sobre Deus ser um espírito, sobre a Trindade, sobre virgens que dão à luz, judeus que pecam e irão para o inferno, pagãos que aceitam a Deus e irão para o céu e um Deus que é amor e perdoa. Entretanto, Fílon, um judeu que viveu na vizinha Alexandria e que teria sido contemporâneo a Jesus, nunca menciona alguém com este nome, nem nenhum milagreiro que teria sido crucificado e depois ressuscitou em Jerusalém, sem falar em eclipses, terremotos e santos judeus saindo dos túmulos e andando pela cidade. Por quê? O completo silêncio de Fílon é ensurdecedor!

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Flávio Josefo (37 d.C. – 103 d.C.): Era um fariseu que nasceu em Jerusalém, vivia em Roma e escreveu “História dos judeus” (79 d.C.) e “Antiguidades dos judeus” (93 d.C.). Apologistas cristãos (defensores da fé) consideram o testemunho de Josefo sobre Jesus a única evidência garantida da historicidade de Jesus. O testemunho citado se encontra em “Antiguidades dos judeus”. Ao contrário dos apologistas, entretanto, muitos estudiosos, inclusive os autores da Encyclopedia Britannica, consideram o trecho “uma inserção posterior feita por copistas cristãos”. Ele diz que:

“Naquele tempo, nasceu Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos. Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes, do nosso país, ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa.”

Por que este trecho é considerado uma inserção posterior?

Josefo era um fariseu. Só um cristão diria que Jesus era o Cristo. Josefo teria tido que renunciar às suas crenças para dizer isto, mas morreu ainda um fariseu. Josefo costumava escrever capítulos e mais capítulos sobre gente insignificante e eventos obscuros. Como é possível que ele tenha despachado Jesus, uma pessoa tão importante, com apenas algumas frases?

Os parágrafos antes e depois deste trecho descrevem como os romanos reprimiram violentamente as sucessivas rebeliões judaicas. O parágrafo anterior começa com “por aquela época, mais uma triste calamidade desorientou os judeus”. Será que “triste calamidade” se refere à vinda do “realizador de mil coisas milagrosas” ou aos romanos matando judeus? Esta suposta referência a Jesus não tem nada a ver com o parágrafo anterior. Parece mais uma inclusão posterior, fora de contexto.

Finalmente, e o que é ainda mais convincente, se Josefo realmente tivesse feito esta referência a Jesus, os Pais da Igreja pelos 200 anos seguintes certamente o teriam usado para se defender das acusações de que Jesus seria apenas mais um mito. Contudo,
Justino, Irineu, Orígenes, Tertuliano e Clemente de Alexandria nunca citam este trecho. Sabemos que Orígenes leu Josefo porque ele deixou textos criticando Josefo por este atribuir a destruição de Jerusalém à morte de Tiago. Aliás, Orígenes declara expressamente que Josefo, que falava de João Batista, nunca reconheceu Jesus como o Messias (“Contra Celsum”, I, 47).

Não somente a referência de Josefo a Jesus parece fraudulenta como outras menções a fatos históricos em seus livros contradizem e omitem histórias do Novo Testamento:

– A Bíblia diz que João Batista foi morto por volta de 30 d.C., no início da vida pública de Jesus. Josefo, contudo, diz que Herodes matou João durante sua guerra contra o rei Aertus da Arábia, em 34–37 d.C.

– Josefo não menciona a celebração de Pentecostes em Jerusalém, quando, supostamente, judeus devotos de todas as nações se reuniram e receberam o Espírito Santo, sendo capazes de entender os apóstolos cada qual em sua própria língua; Pedro, um pescador judeu, se torna o líder da nova igreja; um colega fariseu de Josefo, Saulo de Tarso, se torna o apóstolo Paulo; a nova igreja passa por um crescimento explosivo na Palestina, Alexandria, Grécia e Roma, onde morava Josefo. O suposto martírio de Pedro e Paulo em Roma, por volta de 60 d.C., não é mencionado por Josefo. Os apologistas cristãos, que depositam tanta confiança na veracidade do testemunho de Josefo sobre Jesus, parecem não se importar com suas omissões posteriores.

– A Encyclopedia Britannica afirma que os cristãos distorceram os fatos ao enxertar o trecho sobre Jesus. Isto é verdade? Eusébio (265–339 d.C.), reconhecido como o “Pai da história da Igreja” e nomeado supervisor da doutrina pelo imperador Constantino, escreve em seu “Preparação do evangelho”, ainda hoje publicado por editoras cristãs como a Baker House, que “às vezes é necessário mentir para beneficiar àqueles que requerem tal tratamento”. Eusébio, um dos cristãos que mais influenciou a história da Igreja, aprovou a fraude como meio de promover o cristianismo! A probabilidade de o cristianismo de Constantino ser uma fraude está diretamente relacionada à desesperada necessidade de encontrar evidências a favor da historicidade de Jesus. Sem o suposto testemunho de Josefo, não resta nenhuma evidência confiável de origem não-cristã.

* Justus de Tiberíades é o terceiro escritor judeu do primeiro século. Seus escritos foram perdidos, mas Photius, patriarca de Constantinopla (878–886 d.C.), escreveu “Bibleotheca”, onde comenta a obra de Justus. Photius diz que “do advento de Cristo, das coisas que lhe aconteceram ou dos milagres que ele realizou, não há absolutamente nenhuma menção (em Justus)”. Justus vivia em Tiberíades, na Galiléia (João 6:23). Seus escritos são anteriores às “Antiguidades” de Josefo, de 93 d.C.; portanto, é provável que ele tenha vivido durante ou imediatamente após a suposta época de Jesus, mas é notável que nada tenha mencionado sobre ele.

A literatura rabínica seria logicamente o outro lugar para se pesquisar a historicidade de Jesus de Nazaré. O Novo Testamento alega que Jesus é o cumprimento da profecia judaica sobre o messias, crucificado no dia da Páscoa. Naquele dia, supostamente, houve um terremoto em Jerusalém, a cortina de seu templo se rasgou de alto a baixo, houve um eclipse do Sol, santos judeus ressuscitaram e andaram pela cidade. Três dias depois, Jesus ressuscitou e depois subiu aos céus diante de todos. Algum tempo depois, no dia de Pentecostes, os judeus de várias nações se reuniram e viram o Espírito Santo descer na forma de línguas de fogo; a igreja cristã se expandiu de forma explosiva entre judeus e pagãos, com sinais e milagres acontecendo por toda a parte. Em 70 d.C., Jerusalém foi cercada pelos romanos, que destruíram Israel como nação e dispersaram os judeus.


Ainda que os rabinos não aceitassem Jesus como o Messias, o impacto dos acontecimentos à volta de Jesus logicamente teria sido registrado nos comentários ao Talmude (os midrash). A história e a tradição oral dos judeus registradas nos midrash foram atualizadas e receberam sua forma final pelo rabino Jehudah ha-Qadosh por volta de 220 d.C. Em seu livro “O Jesus que os judeus nunca conheceram”, Frank Zindler diz que não há uma única fonte rabínica da época que fale da vida de um falso messias do primeiro século, dos acontecimentos envolvendo a crucificação e ressurreição de Jesus ou de qualquer pessoa que lembre o Jesus do cristianismo.

Não há locais históricos na Terra Santa que confirmem a historicidade de Jesus de Nazaré. Monges, padres e guias turísticos que levam peregrinos cristãos (aceitam-se doações) aos locais dos acontecimentos descritos na Bíblia dificilmente podem ser considerados pessoas isentas. Ainda citando Zindler, “não há confirmação não-tendenciosa desses locais”. Nazaré não é mencionada nem uma vez no Antigo Testamento. O Talmude cita 63 cidades da Galiléia, mas não Nazaré. Josefo menciona 45 cidades ou vilarejos da Galiléia, mas nem uma vez cita Nazaré. Josefo menciona Japha, que é um subúrbio da Nazaré de hoje. Lucas 4:28–30 diz que Nazaré tinha uma sinagoga e que a borda da colina sobre a qual ela tinha sido construída era alta o suficiente para que Jesus morresse se o tivessem realmente jogado lá de cima. Contudo, a Nazaré de nossos dias ocupa o fundo de um vale e a parte de baixo de uma colina. Não há “topo de colina”. Além disso, não há nenhum vestígio de sinagogas do primeiro século. Orígenes (182–254 d.C.), que viveu em Cesaréia, a umas 30 milhas da atual Nazaré, também não fala em Nazaré. A primeira referência à cidade surge em Eusébio, no século 4. O melhor que podemos imaginar é que Nazaré só surgiu depois do século 2. Esta falta de evidência histórica parece ser a explicação para o fato de não haver nenhuma menção a Nazaré em nenhum registro, de nenhuma origem não-cristã. Ou seja, Nazaré não existia no primeiro século.

Não há tempo nem espaço para se falar de outras cidades significativas citadas no Novo Testamento, mas as evidências históricas e arqueológicas quanto a Cafarnaum (mencionada 16 vezes no N.T.) e Betânia, ou o Calvário, são, assim como no caso de Nazaré, igualmente fracas e até mesmo desmentem as Escrituras.

Mentes críticas objetivas se destacam por procurar confirmação imparcial dos supostos fatos. Quando a única evidência disponível de um acontecimento ou de seus resultados é não apenas questionável e suspeita, mas também aquilo que os divulgadores do acontecimento ou resultado querem que você acredite, convém desconfiar. O fato é que os escritores judeus não-cristãos, gregos e romanos das décadas que se seguiram à suposta crucificação e ressurreição de Jesus nada dizem sobre ninguém chamado Jesus de Nazaré. Uma pessoa justa sempre estará disposta a analisar novas evidências; mas, dois mil anos depois, o cristianismo continua tendo tantas evidências imparciais sobre Jesus quanto sobre o Mágico de Oz, Zeus ou qualquer um dos muitos deuses-redentores daquela época.