segunda-feira, 7 de abril de 2008

HOMENAGEM AO JORNALISTA

Uma notícia só chega pronta e no seu devido contexto aos olhos e aos ouvidos do homem comum quando passa pelas mãos do jornalista. É este o homem que a trabalha e que dá à luz em jornais, revistas, rádios e emissoras de TV aos fatos que acontecem neste mundo, em nosso país, nosso Estado ou até mesmo ali no boteco da esquina.

Hoje, 7 de abril, Dia do Jornalista, muita coisa ainda falta para que esse profissional ganhe respeito mundo afora, país afora e, inclusive, o respeito dos patrões desta terra pernambucana brasileira, patrões que se acham donos do mundo.

Eu não me arrependo de ser jornalista. Já estão fazendo mais de 25 anos que exerço a profissão, e com orgulho digo que a escolhi com a certeza de que era o melhor caminho que devia seguir. Fiz minha parte anos atrás, e estou fazendo minha parte agora. Enfrentei preconceitos e divergências variadas, mas tudo vindo do poder dos patrões e dos intrometidos de plantão que pensam saber tudo da vida.

Da turma que se formou comigo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), muitos estão no batente, outros sumiram do convívio, mas na data de hoje gostaria de dar-lhes os parabéns por pemanecerem cativos da profissão. Parabéns, inclusive para o companheiro José Evaldo Costa, jornalista de minha turma hoje secretário de Imprensa do Governo de Pernambuco. Ele fica como primeiro da lista para a seguir vir Ana Maria Acevedo, Henrique Queiroz, Gilson Oliveira, Marise, Edinoan Gonçalves, Sebastião Aquino, Vânia Maria, Sônia Lopes, Marcus Antônio, Francisco de Assis, José Carlos, Maria Isabel, Márcio Valença e este escriba Rafael Rocha.

A vida está seguindo seu rumo e o tempo nos está levando, mas enquanto estivermos vivos continuaremos com o sangue da vocação a correr em nossas veias. Sangue repleto de letras, frases e espaços em branco onde possamos escrever a odisséia do cotidiano.

Um comentário:

milan disse...
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