
Fonte: Fundação Joaquim Nabuco
Como se vindos do nada meus pensamentos voaram sobre o Recife nas noites de solidão e de farra. Trouxeram lembranças de velhos amigos, cheiros de mangues, luzes amarrotadas das avenidas, olhares de mulheres e crianças tristes, e o grito de guerra do meu Sport. O Recife se fez gente. Trouxe até mim as mulheres, amigos de bebedeira, poesia e tudo que pudesse apaziguar a mente que não se cansa de pensar. Assim nasceu a palavra vinda de minha rocha.
O capitão Durval eleva aos céus o troféu de campeão do Brasil
Hoje, na comemoração desta histórica conquista de âmbito nacional – CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL DE 2008 - as palavras se tornam irrisórias. A emoção manda e desmanda dentro do cérebro de todos nós amantes do Sport Club do Recife. As imagens da vitória de minuto a minuto, como em câmara lenta, atravessam nossa massa cinzenta como a dizer que os herdeiros de Felipe Camarão e de Frei Caneca, sediados na Ilha do Retiro, conseguiram mais uma vez elevar o nome de Pernambuco no mais alto pódio e libertar Pernambuco do preconceito dos suleiros.
Nelsinho Batista, o grande comandante
Hoje, novamente se confirma a máxima de que a turma é mesmo boa, e que por ela o Sport se assegura como o eterno vencedor do futebol pernambucano, sem dever favores a ninguém. O nome de Pernambuco é mais uma vez exaltado por bravos guerreiros. É o Sport, imortal, imortal, que exalta essa terra de brava gente contra os preconceitos dos suleiros de lá de baixo do mapa do Brasil. Novamente repito: o Sport caminha sobre conquistas gloriosas e atuais e seu presente de vitórias está a construir um futuro vencedor para nossos filhos e netos. Para aqueles que sabem escolher seus rumos.
Nossa tradição de glórias ganhou mais um reforço neste 11 de junho
Carlinhos Bala enviou o balaço da história
Romerito jamais será esquecido
Grito e grito e grito: SOU CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL! SOU O PRIMEIRO DO BRASIL HOJE!